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Ação corretiva e ação preventiva: qual a diferença?

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Victor Assis

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Victor é graduado em Jornalismo e atua como profissional de Marketing. Apaixonado por contar histórias e criar conexões através da comunicação. Faço parte do time de Marketing da ForLogic e do Qualiex, gerando conteúdo para aproximar a Qualidade de mais pessoas. Sou produtor do Qualicast, o 1º e maior podcast sobre Gestão da Qualidade no Brasil. Você pode me encontrar no Instagram ou no LinkedIn

Você sabe responder rapidamente a diferença entre ação corretiva e ação preventiva?

Imagina a cena: uma não conformidade é identificada na linha de produção. O time se reúne, define uma ação e registra no sistema. Mas quando o auditor chega, a pergunta inevitável surge: “Isso é uma ação corretiva ou preventiva?” e o silêncio toma a sala.

Essa cena se repete com frequência em organizações de todos os portes e segmentos. A confusão entre ação corretiva e ação preventiva está entre os erros mais comuns em Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ), e ela vai muito além de uma questão terminológica: reflete falhas na compreensão de como tratar problemas e, principalmente, como evitá-los.

Neste artigo, você vai entender com clareza o que diferencia esses dois conceitos, como eles evoluíram ao longo das versões da ISO 9001, por que a norma atual eliminou formalmente a ação preventiva e o que isso significa na prática para o seu SGQ.

O que é uma ação corretiva?

Uma ação corretiva é uma ação tomada para eliminar a causa de uma não conformidade já ocorrida ou de outra situação indesejável identificada, com o objetivo de evitar sua recorrência.

O ponto central aqui é: algo já aconteceu. Existe um problema real, concreto, registrado. A ação corretiva não se limita a resolver o problema imediato. Ela vai além, investigando por que aquilo ocorreu e atacando a origem.

Definição técnica (ISO 9000:2015, seção 3.12.2): Ação para eliminar a causa de uma não conformidade e para evitar recorrência.

Quando aplicar?

A ação corretiva é acionada quando há:

  • Não conformidade identificada internamente (processo, produto, serviço);
  • Reclamação de cliente devidamente registrada;
  • Não conformidade detectada em auditoria interna ou externa;
  • Falha ou desvio recorrente em processo produtivo;
  • Resultado fora do padrão em inspeção ou monitoramento.

Exemplos práticos de ação corretiva

Situação (não conformidade)Exemplo de ação corretiva
Produto entregue ao cliente com defeito dimensionalInvestigar causa (máquina, processo, operador), ajustar setup e revisar o ponto de controle no fluxo produtivo
Documento desatualizado encontrado em uso na produçãoRecolher a versão obsoleta, identificar falha no processo de controle de documentos e revisar o método de distribuição
Reclamação de cliente por prazo de entrega não cumpridoAnalisar causa raiz no planejamento da produção e implementar controle de capacidade
Não conformidade apontada em auditoria externa ISOElaborar plano de ação, implementar melhorias no processo e verificar eficácia dentro do prazo

O que é uma ação preventiva?

Uma ação preventiva é uma ação tomada para eliminar a causa de uma não conformidade potencial ou outra situação potencialmente indesejável, antes que ela ocorra de fato.

Aqui, o ponto central é exatamente o oposto: nada aconteceu ainda. A organização identifica um risco, uma vulnerabilidade, um sinal de alerta e age de forma antecipada para neutralizá-lo.

Definição técnica (ISO 9000:2005, seção 3.6.4): Ação para eliminar a causa de uma não conformidade potencial ou outra situação potencial indesejável.

Atenção: O conceito formal de ação preventiva como requisito explícito pertence à ISO 9001:2008. Na versão atual da norma (ISO 9001:2015), esse requisito foi substituído pelo pensamento baseado em risco. Entender essa distinção é fundamental e vamos detalhar isso mais adiante.

Quando aplicar (contexto ISO 9001:2008)?

No modelo anterior da norma, a ação preventiva era acionada quando havia:

  • Tendência negativa identificada em indicadores de processo;
  • Sinal de alerta em dados de monitoramento antes de uma falha ocorrer;
  • Análise de risco que indicava vulnerabilidade em um processo crítico;
  • Benchmarking ou lições aprendidas de outras unidades ou projetos.

A principal diferença entre ação corretiva e ação preventiva

Se há uma linha que separa os dois conceitos, ela pode ser resumida em uma única pergunta: o problema já ocorreu?

Ação Corretiva

Reage a um problema real e já ocorrido. Elimina a causa para evitar que o problema se repita.

Ação Preventiva

Antecipa um problema potencial, ainda não ocorrido. Elimina a causa antes que o problema se manifeste.

AspectoAção CorretivaAção Preventiva
ObjetivoEliminar a causa de NC já ocorridaEliminar a causa de NC potencial
Momento de aplicaçãoApós a ocorrência do problemaAntes que o problema ocorra
GatilhoNão conformidade registradaRisco ou tendência identificada
Base de decisãoFato consumadoProbabilidade e análise de risco
Resultado esperadoNão recorrência do problemaPrevenção da primeira ocorrência
Exigência ISO 9001:2015✔ Exigida (item 10.2)↔ Incorporada ao item 6.1

Correção, ação corretiva e ação preventiva: não são a mesma coisa

Um dos erros mais frequentes em SGQs é usar esses três termos como sinônimos. Eles são conceitos distintos, com propósitos diferentes e momentos de aplicação específicos.

1 – Correção

Resolve o efeito imediato. Elimina o problema no produto, serviço ou resultado, mas não trata a causa.

2 – Ação Corretiva

Elimina a causa raiz da não conformidade já ocorrida. Evita que o problema se repita.

3 – Ação Preventiva

Elimina a causa de um problema potencial, antes que ele ocorra. Baseada em risco e análise.

Para ilustrar, considere este cenário: um lote de peças foi aprovado com folga dimensional fora do especificado.

  • Correção: Segregar o lote, fazer o retrabalho ou descartar as peças não conformes. O cliente não é impactado.
  • Ação corretiva: Investigar por que a folga saiu do especificado e implementar ação para que isso não se repita.
  • Ação preventiva (no modelo ISO 9001:2008): Identificar outros processos ou máquinas com perfil similar de risco e agir preventivamente para evitar a mesma falha em outro ponto.

Erro clássico: Muitas organizações tratam apenas a correção e chamam isso de “ação corretiva”. O auditor não aceita e com razão. Corrigir o efeito sem atacar a causa é garantir que o problema volte.

Por que a ISO 9001 removeu a ação preventiva?

Essa é, talvez, a questão que mais gera dúvida entre profissionais de qualidade que fizeram a transição da ISO 9001:2008 para a versão de 2015.

A resposta está na evolução da própria filosofia da norma. A remoção do requisito explícito de ação preventiva não significa que a prevenção deixou de ser importante, pelo contrário. Significa que a norma entendeu que a lógica preventiva precisa permear toda a organização, e não apenas um campo em um formulário.

A limitação do modelo anterior

Na ISO 9001:2008, ação preventiva era tratada como um procedimento reativo à detecção de riscos pontuais. Na prática, muitas organizações criavam registros de ações preventivas para cumprir o requisito da norma, sem uma análise de riscos estruturada e sem conexão com a estratégia do negócio.

ISO 9001:2008 → Ação preventiva como requisito explícito (seção 8.5.3)

A norma exigia procedimento documentado para ação preventiva, incluindo identificação de não conformidades potenciais, determinação e implementação de ações e análise de eficácia.

ISO 9001:2015 → Pensamento baseado em risco como filosofia central

A norma eliminou o requisito formal de ação preventiva e incorporou a prevenção ao conceito de Risk-Based Thinking (RBT), permeando toda a estrutura da norma, especialmente nos itens 6.1 e 10.2.

ISO 9001:2015, item 6.1 — Ações para abordar riscos e oportunidades: “Ao planejar o sistema de gestão da qualidade, a organização deve considerar as questões referidas em 4.1 e os requisitos referidos em 4.2 e determinar os riscos e oportunidades que precisam ser abordados para assegurar que o SGQ possa alcançar seus resultados pretendidos.”

Como o pensamento baseado em risco substituiu a ação preventiva

O Risk-Based Thinking (RBT) (ou pensamento baseado em risco) é o conceito que, na ISO 9001:2015, incorporou e expandiu o escopo do que antes era chamado de ação preventiva.

A diferença fundamental é de abrangência: enquanto a ação preventiva era um instrumento específico, acionado em situações pontuais, o pensamento baseado em risco é uma postura permanente que a organização deve adotar em todas as suas decisões e processos.

Os quatro pilares do RBT na ISO 9001:2015

EtapaO que envolveReferência na norma
1. IdentificaçãoMapear riscos e oportunidades relevantes para o SGQ, considerando o contexto da organização (item 4.1) e as partes interessadas (item 4.2)Itens 4.1, 4.2 e 6.1
2. AvaliaçãoAnalisar a probabilidade de ocorrência e o impacto potencial de cada risco identificadoItem 6.1.2
3. TratamentoDefinir ações proporcionais para mitigar, eliminar ou aceitar cada risco, documentando as decisõesItem 6.1.2
4. MonitoramentoAcompanhar a eficácia das ações implementadas e revisar os riscos periodicamente (revisão pela direção)Itens 9.1, 9.3 e 10.3

Ponto importante: A ISO 9001:2015 não exige um método específico para gestão de riscos. Ferramentas como FMEA, análise SWOT, diagrama de Ishikawa para riscos potenciais ou metodologias próprias são todas aceitas, desde que a organização demonstre que o risco é sistematicamente endereçado.

Ação preventiva ainda existe, mas está embutida no sistema

Uma forma prática de entender a mudança: na ISO 9001:2015, toda a norma é preventiva por natureza. O planejamento do SGQ (seção 6), o controle de processos (seção 8), o monitoramento e medição (seção 9). Todos têm, em sua essência, o objetivo de prevenir falhas antes que elas ocorram. A ação preventiva não desapareceu; ela se tornou sistêmica.

Exemplos práticos de ação corretiva e ação preventiva

A teoria faz mais sentido quando aplicada a situações reais. Veja como esses conceitos se traduzem nos cenários mais comuns em SGQs:

SituaçãoCorreção (efeito imediato)Ação Corretiva (causa raiz)Prevenção / RBT (ISO 2015)
Reclamação de cliente sobre qualidade do produtoSubstituir o produto e comunicar o clienteInvestigar falha no processo de inspeção final; revisar critérios de aceitaçãoRevisar todos os pontos de controle similares no processo; avaliar risco de falhas análogas
Documento desatualizado encontrado em usoRecolher e descartar a versão obsoletaIdentificar falha no processo de controle de documentos; revisar fluxo de aprovação e distribuiçãoMapear pontos críticos onde documentos desatualizados podem causar maior impacto; implementar alertas automáticos de revisão
Não conformidade identificada em auditoria internaAjuste imediato no processo auditadoAnálise de causa raiz; plano de ação com responsáveis e prazos; verificação de eficáciaRevisar processos correlatos antes da auditoria externa; identificar riscos sistêmicos no SGQ
Falha recorrente em equipamento de produçãoCorreção do defeito e liberação do equipamentoInvestigar causa da falha (manutenção inadequada, desgaste, operação incorreta); revisar plano de manutençãoAvaliar risco nos demais equipamentos com perfil similar; implementar manutenção preditiva
Erro de medição em laboratórioRefazer a medição e invalidar o resultado anteriorInvestigar causa (calibração, método, operador); revisar instrução de trabalhoRevisar periodicidade de calibração de todos os equipamentos; mapear riscos de medição no processo

Principais erros ao tratar não conformidades

Mesmo organizações com SGQs bem estruturados cometem equívocos recorrentes no tratamento de não conformidades. Conhecê-los é o primeiro passo para eliminá-los.

  • Atuar apenas nos sintomas: Corrigir o problema imediato sem investigar a causa raiz. Garante que o problema vai voltar (geralmente de forma mais grave).
  • Confundir correção com ação corretiva: Registrar no sistema uma ação de correção (retrabalho, descarte) como se fosse uma ação corretiva completa. O auditor vai questionar.
  • Análise de causa rasa: Usar o “5 Porquês” e parar na primeira resposta óbvia, sem chegar à causa raiz de fato. Uma causa raiz real sempre aponta para um processo, um método ou um sistema que precisa ser modificado.
  • Não avaliar a eficácia: Implementar a ação corretiva e encerrar o registro sem verificar se o problema realmente não se repetiu. A norma exige evidência de eficácia.
  • Prazos irreais ou descumpridos: Definir planos de ação com prazos que não serão cumpridos, comprometendo a credibilidade do processo.
  • Não envolver as pessoas certas: Tratar a ação corretiva como tarefa exclusiva do time de qualidade, sem envolver os responsáveis pelo processo onde a não conformidade ocorreu.
  • Ignorar o pensamento baseado em risco: Tratar cada não conformidade de forma isolada, sem se perguntar se o mesmo risco existe em outros processos ou áreas da organização.

Como estruturar um processo eficiente de ação corretiva

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Um processo bem estruturado de ação corretiva segue uma lógica clara, com responsabilidades definidas e evidências em cada etapa. Veja o passo a passo:

  1. Identificar e registrar a não conformidade: descrever com clareza o que ocorreu, onde, quando e qual o impacto. Quanto mais precisa a descrição, mais eficaz será a análise de causa. Registrar no sistema de gestão (software, planilha ou formulário).
  2. Aplicar a correção imediata: resolver o efeito imediato do problema: segregar, retrabalhar, substituir, conter.
  3. Investigar a causa raiz: utilizar ferramentas adequadas, como 5 Porquês, Diagrama de Ishikawa (Espinha de Peixe), Análise de Modos de Falha (FMEA), ou outra metodologia estruturada.
  4. Definir as ações corretivas: com base na causa raiz identificada, definir ações que modifiquem o processo, o método, o ambiente ou a competência envolvida. Cada ação deve ter responsável definido e prazo realista.
  5. Implementar as ações: executar o plano conforme definido, garantindo que as mudanças sejam efetivamente aplicadas no processo e não apenas documentadas.
  6. Verificar a eficácia: após o prazo definido, verificar se a não conformidade se repetiu. Isso pode ser feito por monitoramento de indicadores, reinspeção, auditoria pontual ou acompanhamento de registros.
  7. Encerrar e documentar: com eficácia comprovada, encerrar a ação corretiva no sistema, registrar as lições aprendidas e avaliar se a solução pode ser replicada em outros processos (oportunidade de melhoria).

Entendendo ação corretiva e ação preventiva

A confusão entre ação corretiva e ação preventiva é, em grande parte, resultado de uma visão fragmentada dos sistemas de gestão. Quando esses conceitos são compreendidos em profundidade (e alinhados à evolução da ISO 9001), eles deixam de ser obrigações normativas e passam a ser instrumentos reais de melhoria.

O resumo é simples: ação corretiva atua sobre o passado e elimina a causa do que já aconteceu. Ação preventiva atua sobre o futuro e elimina a causa do que ainda pode acontecer. E na ISO 9001:2015, essa lógica preventiva não está mais confinada a um requisito isolado: ela permeia toda a norma, por meio do pensamento baseado em risco.

Organizações que alcançam maturidade em gestão da qualidade não tratam esses conceitos como tarefas administrativas. Elas integram a análise de causa raiz à cultura do time, mantêm um processo contínuo de identificação e avaliação de riscos, e encaram cada não conformidade como uma oportunidade de entender melhor seus processos.

Se você deseja evoluir nessa direção, o próximo passo é estruturar ou revisar o processo de tratamento de não conformidades da sua organização com critérios claros, ferramentas adequadas e evidências que sustentem as decisões em qualquer auditoria.

Perguntas frequentes sobre ação corretiva e ação preventiva

O que é ação corretiva?

Ação corretiva é uma ação tomada para eliminar a causa de uma não conformidade já ocorrida, com o objetivo de evitar que o problema se repita. Diferentemente da correção (que apenas resolve o efeito imediato), a ação corretiva exige a investigação da causa raiz e a implementação de mudanças no processo.

O que é ação preventiva?

Ação preventiva é uma ação tomada para eliminar a causa de uma não conformidade potencial. Ou seja, antes que o problema ocorra. Ela é baseada na identificação de riscos e tendências que indicam vulnerabilidades no processo.

Qual a diferença entre ação corretiva e ação preventiva?

A diferença central está no momento de aplicação. A ação corretiva é aplicada após a ocorrência de uma não conformidade real, com o objetivo de evitar recorrência. A ação preventiva é aplicada antes que o problema ocorra, com base em análise de riscos e potenciais falhas. Em síntese: ação corretiva reage; ação preventiva antecipa.

A ISO 9001 ainda exige ação preventiva?

Não como requisito explícito. A ISO 9001:2015 removeu o item formal de ação preventiva que existia na versão 2008. No entanto, a lógica preventiva foi incorporada ao conceito de pensamento baseado em risco (Risk-Based Thinking), especialmente no item 6.1 da norma, que trata de ações para abordar riscos e oportunidades.

O que substituiu a ação preventiva na ISO 9001:2015?

O pensamento baseado em risco (Risk-Based Thinking). Enquanto a ação preventiva era um instrumento pontual, o RBT é uma postura sistêmica que deve permear todo o SGQ. A norma exige que a organização identifique, avalie e trate riscos relevantes como parte do planejamento, tornando a prevenção uma prática contínua, e não um procedimento isolado.

O que é pensamento baseado em risco?

Risk-Based Thinking é a abordagem da ISO 9001:2015 que integra a gestão de riscos a todas as etapas do SGQ. Em vez de tratar riscos como um processo separado, a norma exige que a organização os considere ao planejar, executar, monitorar e melhorar seus processos. O objetivo é ser proativo: identificar o que pode dar errado antes que dê, e agir com inteligência e proporcionalidade.

Correção e ação corretiva são a mesma coisa?

Não. Correção é a ação tomada para eliminar o efeito imediato de uma não conformidade: como descartar, retrabalhar ou substituir um produto defeituoso. Ação corretiva vai além: é a ação que elimina a causa raiz da não conformidade, para que ela não volte a acontecer. Uma ação corretiva eficaz quase sempre inclui uma correção, mas a correção sozinha não é uma ação corretiva.

Como fazer uma ação corretiva eficaz?

Uma ação corretiva eficaz passa por sete etapas: (1) identificar e registrar a não conformidade com clareza; (2) aplicar a correção imediata; (3) investigar a causa raiz com ferramentas adequadas (5 Porquês, Ishikawa, FMEA); (4) definir ações que modifiquem o processo na origem; (5) implementar as ações com responsáveis e prazos definidos; (6) verificar a eficácia após a implementação; e (7) documentar e encerrar com evidências de que o problema não se repetiu.

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