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Erros comuns na preparação do planejamento estratégico

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    Vanessa Prado

    Vanessa Prado

    Chegando o final do ano, a maioria das empresas já estão começando ou, pelo menos, pensando na preparação do Planejamento estratégico 2022.

    Nós, aqui do Blog da Qualidade, estamos preparando artigos interessantes para apoiá-los nesse momento. Nesta semana, já publicamos esse aqui Planejamento estratégico para 2022

    Antes de começar a escrever esse artigo, eu pensava em falar sobre como utilizar a ferramenta mais querida do Brasil para apoiar seu Planejamento estratégico: a SWOT. E outras ferramentas que complementam a análise do contexto da organização e andam juntas, que são a Análise P.E.S.T.E.L  e As 5 forças de Porter. 

    Porém, eu vi que a Monise Carla escreveu um artigo super bacana sobre o assunto com tudo o que eu gostaria de passar hoje para vocês: 3 ferramentas de análise de contexto da organização: indo além da SWOT. Corre lá, para ler!

    Então, agora que você já sabe como aplicar essas 3 ferramentas para análise do contexto da organização e fazer seu planejamento estratégico, hoje vou trazer alguns erros comuns ao utilizar a SWOT.

    É muito fácil utilizar a SWOT na preparação do seu planejamento estratégico!

    Talvez esse seja o erro maior. Pela simplicidade da ferramenta parece muito fácil e todo mundo acha que sabe utilizá-la, a facilidade é apenas aparente por ser amplamente adotada nas organizações. Até se deparar com as primeiras consequências de uma SWOT conduzida de forma errada.  

    Profissionais da qualidade e de outras áreas de atuação, como o Marketing, costumam relatar os tópicos abaixo como os erros mais comuns já vivenciados.

     A SWOT não é uma sessão de invenções

    É preciso entender que a SWOT não é um momento de falar sobre “o que as pessoas acham da organização” ou “o que será que vai acontecer no país que pode afetar a empresa”. 

    Antes de iniciar a SWOT, é preciso ter informações corretas e verdadeiras. Fuja dos achismos. Caso contrário, todos os passos seguintes e o seu planejamento será feito baseado no achismo. Portanto, fadado a comprometer o crescimento e até sustentabilidade do seu negócio.

    As informações corretas e verdadeiras sobre o ambiente interno da sua organização estão na sua base de conhecimento organizacional, como por exemplo, SWOT e planejamentos anteriores (caso, não tenham sido feitos com “achismos”), pesquisa de satisfação de clientes, pesquisa de clima organizacional, não conformidades, resultados de auditorias, objetivos alcançados e não alcançados, entre outros.

    Já sobre o ambiente externo, busque informações através de fontes confiáveis do seu setor de atuação (como pesquisas e estatísticas), opinião de especialistas sobre o mercado, órgãos oficiais do segmento em que sua empresa atua e inclusive análise competitiva dos concorrentes.

    Feito isso, você terá um diagnóstico do contexto da organização.

    O viés da subjetividade

    Envolver os colaboradores na análise do contexto da organização é inevitável. Afinal, as pessoas são a sua maior base de conhecimento organizacional.

    Porém, já vivenciei cenas em que fica claro colaboradores insatisfeitos ou decepcionados, usar o momento para expor suas frustrações como se fossem as fraquezas ou as ameaças para a organização.

    Por outro lado, colaboradores novos ou em estado de felicidade por uma promoção recente, tende a expor somente forças e oportunidades na SWOT.

    Por essa razão, não cometer o primeiro e o segundo erro, certamente já o livrará de subjetividade na sua SWOT e de uma visão turva sobre o contexto da organização.

    Busque imparcialidade, racionalidade e coerência com o diagnóstico inicial!

    Análises rasas

    Sim, toda fase de preparação do Planejamento estratégico é muito trabalhosa, muita informação e horas de trabalho. Se assim não for, vai restar uma SWOT rasa e cega. Trazendo 2 ou 3 itens, no máximo, para cada quadrante da SWOT. 

    Busque o profundo, saia da análise rasa e enxergue muito além do óbvio.

    Não quero aqui dizer que as listas de oportunidades, ameaças, fraquezas e forças tenham que ser extensas ou que tenha alguma regra de quantidade de itens. Apenas seja sincero e busque alcançar o principal objetivo da SWOT que é nortear as ações estratégicas e táticas da sua organização.

    Não guarde na gaveta

    Da análise cruzada da SWOT surgirão as ações estratégicas e táticas para o crescimento e sustentabilidade do seu negócio. 

    As forças impulsionarão a realização das oportunidades e neutralizarão as ameaças (ou transformarão as ameaças em oportunidades). As fraquezas precisarão se tornar forças, ou pelo menos, serem neutralizadas. Para as fraquezas e para as ameaças terão ações de mitigação ou eliminação. 

    Para isso acontecer, serão elaboradas ações coerentes com o que o se deseja alcançar.

    Nessa fase, o maior erro, é deixar as ações do planejamento estratégico cair no esquecimento. Aí então, esse barco se encontrará a deriva, seguindo para onde o vento soprar.

    Para que isso não aconteça, recomendo a utilização do módulo Planos do Qualiex para que seu planejamento estratégico esteja sempre vivo na mente e no dia a dia da organização. 

    Saiba mais no lançamento do Módulo!

     

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