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Olhar para temas socioambientais ajuda a empresa proteger o seu valor

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Dario Spinola

Dario Spinola

MBA em Gestão do Conhecimento, Tecnologia e Inovação pela FIA/FEA-USP, Engenheiro de Produção pela UFSCar, com mais de 20 anos de carreira e forte experiência em consultoria, Dário Spinola ajuda empresas ao redor do mundo a aumentarem sua produtividade e eficiência por meio de robustos projetos de Transformação Lean.
Como coach, Dário tem forte atuação junto a executivos de diversos segmentos, com foco em desdobramento de estratégia, abordagem E2E, Shop e Office floor Management e programas de Transformação para cultura de excelência e melhoria contínua.
No Brasil, atuou em empresas como Volvo, Thyssenkrupp, Marcopolo, Sulzer, Neumayer-Tekfor, Oerlikon, Novozymes, Mahle, Suzano, Itaú, entre outras. Durante seus 8 anos de residência na China (Tianjin e Shanghai), liderou a transformação da Alstom Hydro e gerenciou diretamente a transferência da fábrica antiga para seu novo site (Tianjin). Na China, foi consultor para várias empresas tais como AIRBUS, Alstom Thermal, Axus Stationary, Novozymes, Voith Hydro, Fluidra, Noblesse Magazine, dentre outras.

Muitas pessoas confundem o termo ESG – Environmental, Social and Governance – (em português: Governança Ambiental, Social e Corporativa), com o conceito de sustentabilidade.

Apesar de a ideia de ESG ter surgido dentro das discussões sobre a aplicação das métricas de sustentabilidade e de serem conceitos muito próximos, esses dois temas não podem ser tratados como iguais. A sigla ESG tem um foco muito mais prático, com impacto direto no resultado dos negócios, como você verá a seguir

Pandemia acelerou a discussão

Ainda que o ESG tenha surgido há mais tempo, foi no início da pandemia de COVID-19 que o tema ganhou caráter de urgência, quando os problemas mundiais de saúde pública ganharam notoriedade. Naquele momento, também começou a se tornar mais evidente que não há crescimento econômico com exploração ambiental desmedida e sem que haja respeito à diversidade social. O mercado, então, pedia por informações mais claras e práticas sobre a efetiva incorporação, pelas empresas, de medidas de sustentabilidade.

Aliás, na realidade, a inclusão da letra “G” ao tema da sustentabilidade foi uma alternativa para se chamar a atenção do mundo corporativo quanto à necessidade de novas formas de se fazer negócios, repensando os processos tradicionais, produtos e serviços.

ESG e a “longevidade empresarial”

Esses 3 pilares – cada um à sua maneira – permitem que uma empresa não se torne obsoleta frente às constantes mudanças que estamos vivenciando. Focar esforços no ESG explora a capacidade de inovação das empresas e torna mais eficiente sua gestão de riscos ambientais e sociais.

Há muito, acreditamos que nossos clientes, na qualidade de acionistas da sua empresa, serão beneficiados se vocês conseguirem criar valor duradouro e sustentável para todos os seus stakeholders“. (Larry Fink, gestor de investimentos e CEO da BlackRock)

Ao acompanhar as tendências, as empresas entendem os riscos socioambientais aos quais estão expostas e os incluem em sua governança. Além de serem capazes, desta forma, de agir de forma proativa para minimizar seus impactos ambientais, se outros fatores vierem à tona, elas já estão preparadas para responder e para criar seus planos de contingência. Esse é o poder do ESG: olhar para temas ambientais e sociais ajuda a empresa a proteger o seu valor.

Métricas e Certificações ESG

Da mesma forma como a certificação em normas ISO se tornou um padrão de qualidade e um referencial para investidores, com o crescente anseio por assegurar que os pilares do ESG sejam devidamente trabalhados, surgiram e ainda estão surgindo novas métricas e certificações capazes de garantir ao mercado a capacidade de uma determinada empresa de manter um nível de excelência em ESG. Entre as mais conhecidas atualmente, podemos destacar a CSA (Corporate Sustainability Assessment) e a ISE no Brasil, que são métricas muito utilizadas para o mercado de capitais, e a GPTW (Great Place to Work), mais ligada à letra S da sigla.

Ao longo dos próximos meses, vamos explorar maneiras pelas quais a sua empresa pode melhorar os 3 pilares do ESG. Acompanhe conosco!

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