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O que um carro de som me ensinou sobre visão sistêmica

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Jeison

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Sou co-fundador da ForLogic Software, hoje atuo com gente, cultura e gestão. Sou um dos criadores do Qualiex, do Qualicast (o 1º Podcast nacional focado em qualidade), criador do Blog da Qualidade (o maior blog sobre Qualidade do Brasil). Mestre em Engenharia da Produção pela UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), auditor líder formado com orgulho pela ATSG na ISO9001 e 22000, pai, empreendedor, e um inconformado de plantão!
Acredito na responsabilidade do indivíduo, no poder da qualidade e que podemos fazer diferente. Me acompanhe no Linkedin e no Instagram.

Alguns dias atrás eu estava lendo um livro no sofá, nada relacionado a área da qualidade, apenas praticando a leitura quando absolutamente do nada, o vizinho ligou um som ensurdecedor (o bairro inteiro percebeu a potência do rádio dele). 

A primeira coisa que me veio a cabeça foi: visão sistêmica!

Você deve estar se perguntando:  “O que o som de um carro alto tem a ver com visão sistêmica? “ 

Calma, continue lendo esse artigo e você vai entender!  Não era sobre o som do carro… 

Quando digo que pensei sobre isso, não foi necessariamente por causa do som do carro, mas sim como a falta de um olhar amplo sobre as coisas pode afetar não só uma organização, mas também na nossa vida pessoal.

Analise comigo, se meu vizinho tivesse pensado que: 

  • era uma quarta-feira à noite, “dia útil”; 
  • provavelmente a maioria das pessoas, do bairro, tinham trabalhado ao longo do dia e estavam cansadas;  
  • alguns moradores com filhos e talvez até recém-nascidos.

Ele certamente optaria por ligar o som que quisesse, numa altura razoável ou até mesmo no fone de ouvido. Contudo evitaria: 

  • Vizinhos irritados;
  • Multas por som alto “Lei do Silêncio” .

 Isso é ter uma visão aberta, ampla de algo Visão sistêmica não é uma ferramenta, mas sim uma habilidade de enxergar e compreender a situação e/ou processo em sua totalidade, analisando cada elemento e variável envolvida a fim de se tomar uma decisão estratégica. Quando você entende isso, matou uma grande charada do empreendedorismo. Ter essa visão sistêmica sobre seu negócio permite entender como a empresa funciona como um todo, visualizando de forma clara e objetiva  quais são os riscos e oportunidades envolvidas no processo. 

Isso impacta sua equipe e consequentemente seu cliente 

O fator crucial está na equipe. Não adianta nada o CEO ter uma visão ampla, se a equipe não tem. Você precisa trabalhar na alfabetização sistêmica do seu time e quebrar a cultura do “cada um por si”, porque dessa forma, sua empresa entra em modo sobrevivência. As pessoas ficam mais preocupadas em tirar o delas da reta do que de fato entender a situação e contorná-la em conjunto. 

Conhecer um processo de ponta a ponta, ajuda a prever erros e mitigá-los para que os impactos sejam mínimos caso ocorra.

Deixe claro para os colaboradores que eles fazem parte de algo maior, que existe um propósito nas ações da empresa e que a atuação de cada um impacta nos resultados. Ao passo que cada um se imagine parte de uma engrenagem em que todos estão juntos em vez de integrar um ambiente em que cada um está descolado e trabalhando por si pode fazer diferença. 

O que fazer depois que implementar a visão sistêmica? 

Se você pensa que o maior trabalho está na implementação, se enganou absurdamente. Claro, não é um processo fácil, mas o que vem depois pode ser pior ainda se você não tiver as ferramentas corretas em mãos. 

Adotar essa visão fará com que você encontre ao decorrer do caminho, vários riscos que norteiam uma empresa (o que é ótimo, porque só podemos consertar aquilo que sabemos que está errado), e aí entra a grande questão: você deve mapear esses riscos e mitigá-los da maneira correta. E claro, antes que eu me esqueça, você também deve mapear as oportunidades que esses riscos e todo esse trabalho pode trazer. 

Por isso a ForLogic software criou o Qualitfy gestão de riscos, um módulo que simplifica a visibilidade das ameaças e oportunidades, o que facilitará muito sua gestão. Com ele, conseguimos ter todos os riscos mapeados e estruturados em uma base única. E você ainda conta com uma dashboard dinâmica e relatórios completos que são gerados automaticamente sobre os riscos facilitando tomada de decisões estratégicas. 

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1 comentário em “O que um carro de som me ensinou sobre visão sistêmica”

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