Executar projetos na crise é aprender!

Imagem de uma mesa com alguns papéis, calculadora e um notebook. Essa imagem representa o artigo do Reginaldo sobre projetos na crise.

Estamos vivenciando um momento bem crítico a nível mundial, com proporções de impactos grandiosos entre as mais variadas áreas da sociedade. Então, no artigo de hoje eu resolvi falar sobre projetos na crise!

Nesse momento de desconforto, incertezas e desafios é bem comum notar duas vertentes de ações: a vertente das ações emergentes, esbaforidas compostas de pânico e imediatismo desenfreado e a vertente das ações ágeis, planejadas compostas de alinhamento e comunicação bem conectadas.

Tudo que apresenta a necessidade de melhora, contingenciamento e reinvenção, volta-se naturalmente para a linha do planejamento, entendimento do cenário, estabelecimento das premissas e construção do backlog de ações, ou seja, a lista de ideias e coisas que queremos fazer.

Mas o que isso tem a ver com projetos?

Quando falamos em planejamento, cenários, premissas, ideias, a palavra PROJETO nos vem à mente, mas em contrapartida, quando vivenciamos um momento caótico, surge os “poréms” e os “senões” que inferem diretamente na linha de pensar das pessoas. 

Ah, mas projetar é algo para momentos de cotidiano normal, onde as oportunidades embora sejam emergenciais, estão dentro do equilíbrio tolerável de criticidade.” 

Como se, em momentos de caos, crises de alta magnitude e mobilização de pânico, o apropriado é se jogar nas decisões repentinas. Falo daquelas decisões de estalo mesmo que surgem meio que do nada e acabam por ser validadas sem qualquer cerimônia, sem qualquer análise de impacto e outros demais fatores.

Mas é um erro crasso pensar assim. Ainda mais considerando a maneira dinâmica e acelerada do cenário global que vemos hoje. Um passo em falso pode custar muitos prejuízos e perdas, seja relacionado ao fator humano, financeiro, de qualidade ou de produtos e serviços.

Por mais que precisamos atuar com agilidade, não podemos negligenciar atividades de planejamento, entendimento de cenário e uma organização mínima das ações. São essas etapas que permitem que estejamos alinhados nos objetivos que temos e assim, torna possível atingi-los.

Precisamos de agilidade e assertividade nos nossos projetos

O momento de caos exige de nós decisões assertivas e ágeis. É preciso que as lideranças busquem formar grupos multifuncionais e façam uma análise 360 do cenário. 

Precisamos mapear as oportunidades de ganhos, as ameaças, as necessidades de recursos externos, tudo para termos um estudo mais completo do cenário. Embora o fator remoto restrinja os contatos presenciais, a tecnologia nos abre uma janela de opções de conferências, lives, webinars entre outros, que torna a comunicação muito mais acessível, nos ajuda com os projetos na crise.

É preciso arregaçar as mangas, agir, e fazer uso de todas essas funcionalidades e não negligenciar as etapas. É lógico que pautados em bom senso, ética, integridade e agilidade

Projetar durante o momento de caos é criar conhecimento para lidar com a adversidade! Quando executamos projetos, nós aprendemos, ganhamos experiência. Isso possibilita sair da crise mais preparados e blindados para reinventar, reerguer e restabelecer o nosso negócio. 

As lições aprendidas nos fazem mais fortes para que caso haja uma inoportuna crise futuramente, o “Plano de Guerra” esteja preparado. Isto não nos dará uma garantia de passar ilesos em crises futuras, mas com certeza, reduzirá os impactos.

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