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Os Benefícios da Tecnologia para a Gestão do Conhecimento

gestão do conhecimento
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Na semana passada falei um pouco sobre Produtividade Corporativa: como alcançá-la através do uso inteligente da informação?, dando sequência no assunto, vamos falar sobre os benefícios sobre o uso inteligente da informação.

O modelo Gestão do Conhecimento (GC), iniciado a partir dos anos 90, traz consigo soluções que norteiam toda a empresa na tomada de decisão, uma vez que se trata da integração entre Pessoas (principais autoras do conhecimento) ? Processos ? Colaboração e TI (Tecnologia da Informação).

Muitos são os benefícios em relação à produtividade com o uso da GC, como por exemplo:

  • Redução do retrabalho;
  • Ganho e melhor uso do tempo ? deixa de desperdiçar o tempo com a investigação de informação armazenadas em vários repositórios, armários e na maioria das vezes na cabeça das pessoas;
  • Reconhecimento das pessoas, dentro da empresa, e da empresa no mercado, uma vez que aumentam a visibilidade e vantagem competitiva, de ambas às partes;
  • Aumento da qualidade nas entregas, uma vez que as informações, incluindo as estratégicas, são padronizadas, compartilhadas e unificadas em um único ambiente e acessadas por seus usuários-chave;
  • Crescimento sustentável da empresa por meio do conhecimento armazenado e distribuído, entre outros benefícios.

Segundo pesquisa realizada no Brasil com grandes executivos pela Revista HSM Management, os percentuais alcançados com o uso da Gestão do Conhecimento foram:

  • 80,2 % melhor aproveitamento do conhecimento já existente em suas organizações;
  • 76% vantagem de diferenciação em relação aos demais participantes do mercado;
  • 73,2% melhor agilidade na tomada de decisão;
  • 62,4% otimização de processos;
  • 58,4% redução de custos;
  • 52,1% aumento da receita.

Informações integradas e acessíveis tornam-se ainda mais valiosas naquelas organizações cujo negócio é mais dependente de conhecimento, porque dependem de inovação (ambientes de tecnologia), são submetidas a mudanças constantes (ambientes de alta competitividade) ou têm no próprio conhecimento a sua principal matéria-prima (empresas de consultoria, centros de P&D, escolas, centros de treinamentos etc). Entretanto, é possível trabalhar o conhecimento em outros ambientes de forma estratégica e direcionada. O que se sugere é que a Gestão do Conhecimento seja uma ação planejada e decidida pela alta-direção, sendo ela a principal norteadora dos objetivos estratégicos da empresa, além disso, é indispensável o envolvimento e a colaboração de toda a organização para o alcance dos resultados estabelecidos.

 

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