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Classificação das Falhas no Processo

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Juliana Geremias

Juliana Geremias

Graduada em Administração de Empresas, MBA em Gestão da Qualidade e Auditora Líder ISO 9001. "Qualidade é o resultado de um ambiente cultural cuidadosamente construído. Tem que ser o tecido da organização, não parte do tecido." Phil Crosby

As falhas apresentadas por um sistema ou processo estão diretamente relacionadas a confiabilidade do sistema, conforme apresentado em posts anteriores. Quanto a sua classificação, as falhas podem ser classificadas de acordo com o tempo de vida do processo, ou seja, seu inicio, maturidade e fim.
Entendendo que um processo é um conjunto de atividades e tarefas que interagem utilizando recursos para converter entradas em saídas com valor agregado. Um exemplo bem simples para entender isso é num processo produtivo, onde a entrada seria o insumo, ou matéria-prima, e a saída  o produto ou serviço. Logo, se um processo é falho, vai interferir diretamente no produto final.

TIPOS DE FALHAS
Um processo pode apresentar três tipos de falhas classificadas como:
– Prematuras ou de partidas: ocorrem no período inicial de operação do processo e tem relação direta com a adaptação dos equipamentos, capacitação dos operadores, falta de maturidade na gestão do processo ou falta de informação sobre a atividade. Nesta etapa, a taxa de falhas deve ser decrescente.
– Aleatórias ou causais: ocorrem no período de plena operação do processo e estão relacionadas a diversas causas aleatórias, que podem ser de natureza técnica, operacional e humana. Nesta fase, para que o processo seja eficaz, a taxa de falhas deve apresentar valor mínimo constante.
– Por desgaste: ocorrem pelo desgaste do processo devido ao tempo de utilização e de sua vida útil. Seu desgaste pode ser antecipado devido à manutenção não adequada ou a falta dela, o que causará envelhecimento, fadiga ou desgaste nos equipamentos, ou até mesmo problemas de gestão.
É importante prestar atenção nesses tipos de falhas pois o objetivo da gestão por processos é decompor a atividade ter controle para que estejam de acordo com o objetivo estratégico da organização, além disso torna mais fácil a medição do desempenho do mesmo.
As falhas fazem parte do processo, mas se soubermos identificá-las será possível evitá-las, tornando os processos mais eficientes e prevendo possíveis erros maiores que podem prejudicar a empresa como um todo.

REFERÊNCIA
RODRIGUES, Marcus Vinicius. Ações para a qualidade: GEIQ, gestão integrada para a qualidade: padrão seis sigma, classe mundial. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2004.

 

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