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PDCA e SDCA: você sabe a diferença?

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Camila Tondelli

Camila Tondelli

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Sou formada em Letras Anglo
Portuguesa na Universidade Estadual do Norte do Paraná, faço parte da equipe de marketing na produção de conteúdo da empresa ForLogic. Adoro curtir a família, amigos e ainda mais se for fazendo um bom churrasco. Você também pode me encontrar no Facebook e Linkedin.

O ciclo PDCA é um método da qualidade muito utilizada pelas organizações para realizar o processo de melhoria contínua e resolver problemas. Temos um post que explica com mais detalhes as fases do ciclo PDCA, mas resumindo consiste em planejar, executar, verificar e agir corretivamente sobre uma atividade ou resultado.
Entretanto, mesmo que você execute o PDCA criteriosamente e obtenha os resultados esperados, não vai garantir que esse aprendizado seja permanente na empresa, que geram resultados sistêmicos. Então, o que é preciso fazer para alcançar o resultado da maneira certa?
Padronizar é a resposta! E com isso iniciamos o ciclo SDCA, que segue a mesma linha do PDCA, mas a diferença é que ao invés de planejar iremos padronizar. Vamos falar sobre as 4 fases deste ciclo.
S (Standard): é padronizar é garantir que o processo seja executado sempre da mesma forma. Nessa fase são criados procedimentos, instruções de trabalho, treinamentos, POP’s e manuais. E eles devem ser descritos da forma mais simples e prática possível, com todos os passos e informações necessários para realizar a tarefa e alcançar o melhor desempenho.
D (Do): é a execução dos padrões e a orientação ou treinamento de todos os envolvidos para  que aprendam corretamente a nova forma de fazer o trabalho. O acompanhamento ajudará as pessoas absorverem o novo método com menos resistência, fazendo com que o processo de padronização seja mais ágil.
C (Check): o check segue o mesmo princípio do PDCA, verificar o cumprimento dos padrões, ou seja, se a execução do processo está conforme o que foi padronizado e avaliar os resultados, agindo corretivamente caso eles não sejam satisfatórios.
A (Act): o agir corretivamente visa realizar ajustes quando os objetivos não forem alcançados.
Com a figura abaixo fica mais claro ver que após executar o PDCA e encontrar o resultado esperado, é preciso padronizar a atividade através do SDCA para garantir a sistematização do processo.
pdca-sdca
Vicenti Falconi diz: “… não dá para usar bem o PDCA (melhoria da operação) sem o SDCA (boa operação). É difícil melhorar o que é aleatório. Precisamos de consistência para melhorar…”
Por isso ao final do ciclo, é preciso padronizar o processo garantido que ele seja realizado de maneira constante, que todas as informações para execução do processo sejam registradas e todos os envolvidos sejam informados e orientados de acordo com esse padrão. Garantir disciplina operacional e a boa execução do trabalho só é possível se houver monitoramento e padronização de processos.
Obter sucesso da padronização é alcançar a estabilização dessas melhorias,  então, somente após ter um processo estável é que se pode começar a trabalhar em novas melhorias. Afinal, é muito difícil melhorar aquilo que ainda não possui um padrão a ser seguido.

Sobre o autor (a)

4 comentários em “PDCA e SDCA: você sabe a diferença?”

  1. Excelente artigo Camila! Bastante objetivo! Adoro essa ferramenta (PDCA e SDCA) e já estou com mais de 1 ano em um projeto de implantação na minha pequena empresa dessa ferramenta e de outras. É interessante notar o quanto também é difícil com que a equipe de produção adapte esses métodos nas operações diárias. Há muito empenho (principalmente por parte da liderança) para que o padrão operacional seja estabelecido. Mas é isso, nada se muda do dia para a noite! Paraabéns pelo artigo!

  2. Artigo muito bom! Ferramentas importantíssimas para a melhoria e perenização das mesmas na organização, e é alarmante o número de pessoas que não sabem utilizar corretamente esta ferramenta, e ao tentar implantar melhorias e até mesmo padrões nas organizações, o fazem de maneira empírica sem realizar toda a análise que estas ferramentas precisam e indicam para que se afirme a viabilidade das ações.

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