A guerra contra a pandemia: como contribuir?

imagem de um soldado caminhando nos trilhos de um provável trem. Essa imagem tem um tom marrom e simboliza o artigo sobre guerra contra a pandemia.

Temos falado sobre gestão de crise, já contei dos 3 pilares que escolhemos na gestão de crise, e já falei também que estamos mudando de assunto, nos preparando para sair da crise, falamos aqui de liderança e de que tipo de capitão você é, mas ainda recebemos demanda de pessoas pedindo ajuda para passar com suas empresas por esse momento, essa guerra contra a pandemia.

Por isso, antes de sair da crise, é importante saber em qual das 3 frentes você está e pretendo ajudar a você entender isso. Além disso, esse artigo é uma homenagem às empresas que estão combatendo a crise no front.

Estamos em guerra contra a pandemia?

Nessa crise, eu costumo dizer que estamos em guerra. Sim, essa analogia é muito usada. Para sair do lugar comum, eu sou mais específico e divido empresas (e pessoas) grosseiramente, em três grupos. A infantaria, artilharia antiaérea e a população.

A infantaria

É quem está no front, que está combatendo diretamente o problema. Está na frente da batalha sofrendo as mazelas mais severas da guerra, colocando a sua vida ativamente em risco. Por isso, hospitais, clínicas, enfermarias, postos de saúde, enfim, todos são a infantaria. 

Também é importante lembrar que médicos, enfermeiros, assistentes de saúde, cuidadores, muitos desses estão trabalhando no front de batalha. Colocando em risco as suas próprias vidas e a dos seus familiares quando voltam para casa. 

Artilharia antiaérea 

É quem está em local teoricamente seguro, na defensiva, mas que se não se cuidar, não fizer um bom trabalho, leva bomba na cabeça. E mais, é quem deve apoiar a infantaria (evitando danos maiores) e a população, protegendo-a de ataques surpresa.

Aqui, coloco todos que durante essa quarentena trabalharam nos famosos “serviços essenciais”, farmácias, mercados, padarias, postos de gasolina e diversos outros que se mantiveram funcionando para que a população sofresse o menos possível. 

Quantos atendentes, caixas, frentistas, farmacêuticos, entre outros, ficaram mais tensos ao lidar todos os dias com pessoas com máscaras, álcool gel, entrando com caras assustadas no estabelecimento e com receio de encostar nas coisas?

População

Como em toda guerra, a principal função da população é não fazer besteira e se manter segura. Correr para o Bunker em um ataque, se proteger, e sair vivo. A população ajuda muito, quando não atrapalha. Mas pode ajudar mais.

Eu estou na população junto com a ForLogic e nossos colaboradores. Não é com demérito que falo disso, é uma função importante. É a população que mantém tudo funcionando, é por ela que a guerra está sendo travada, mas a nós, a população, temos que nos cuidar e apoiar da melhor maneira possível. Falo mais disso adiante.

A homenagem

Quero agradecer aos nossos clientes. Muitos estão diretamente na artilharia antiaérea ajudando como podem, outros como população, mas não estão demitindo, estão pedindo ajuda e atuando com integridade em um momento crítico.

Mas em especial, quero agradecer aos que estão lá na infantaria, lutando no front. 

Temos muitos clientes da área da saúde, alguns, em especial, são “foco” nessa crise e mesmo diante da situação mais complexa do mundo, atuaram de maneira digna, fazendo uma gestão de crise exemplar, com transparência e verdade. Sabe, são aqueles clientes que quando aparecem na TV (e aparecem mesmo) ou em uma matéria, a gente mostra para a esposa, pros filhos, dá gosto de falar: “Esse é nosso cliente. Eu já fui lá sabia?”.

Quando a crise estoura, o nome desses clientes vai para a mídia e as pessoas falam o que não sabem. Nós os conhecemos, sabemos da seriedade que os caras têm para lidar com a qualidade e gestão. Nós temos certeza que eles vão conseguir vencer, mas é uma guerra, sempre temos baixas.

Me sinto honrado de contribuir com nossos clientes em momentos como esse, mas mais honrado ainda de contribuir com os clientes do front.

Cabe muito mais coisas

A analogia da guerra que fiz, é simples, poderia ser muito estendida. Poderíamos criar 10 categorias, mas o objetivo é apenas dizer que, em alguns momentos, nós temos que descobrir onde estamos para ajudar com nossas melhores competências.

Não é uma questão de uns serem melhores que outros. É uma diferença nos papéis e, principalmente, em como atuar.

Em uma guerra, todos são importantes. Nós, mesmo como população, montamos a página de gestão de crise e estamos levando serenidade e esperança para todos os nossos clientes, procurando contribuir de verdade.

Mas todos podem e devem contribuir

Cada líder pode sim fazer a sua parte. Cada empresa pode se salvar e ajudar a ganhar essa guerra e para isso, é preciso se manter atuante e buscando soluções. É fundamental atuar seguindo os valores da organização e gerir os riscos que surgiram com a crise da maneira certa.

Não adianta a ForLogic querer curar pessoas, fazer álcool gel, produzir alimentos ou máscaras e declaramos sozinhos, guerra contra a pandemia. Não sabemos e não podemos fazer isso. Mas temos clientes que estão trabalhando nisso e, a nós, cabe ajudá-los como podemos e ajudar aos outros clientes para que superem este momento.

Encontramos nosso caminho no meio dessa crise buscando honrar nossos clientes e contribuir com a sociedade. Mesmo não estando no front, eu reitero que todos podem contribuir: um líder, que chega de manhã e acalma sua equipe já está atuando. Um colaborador que conforta um cliente e apoia um processo já está atuando. 

Conto com todos os nossos 500 clientes e com os mais de 250 mil leitores diferentes do blog para que juntos possamos passar por essa guerra contra a pandemia de uma maneira digna, íntegra e com o menor dano possível. 

Tenho uma esperança que vamos sair dessa, e atuo todo dia pra isso.

E você, como está atuando aí?

whatsapp

Receba as melhores notícias do dia por WhatsApp.

Clique aqui e confira nossos grupos!